A onda nostálgica do Funk do ínicio dos anos 90 parece ser a futura sensação do verão que está por vir. Assim como o revival dos anos 80 que veio à tona anos atrás, puxado pela galera underground do rock n´roll que pescou algumas tosqueiras-cool que estavam esquecidas no fundo da case.
Agora a onda é noventista e movida pelo bonde carioca do house e do techno, que incrementaram o baixo funkyado e o estilo “booty shake”ao 4×4 reto e habitual, trazendo de volta clássicos do Miami Bass e do Funky Soul, além de muito Funky House.
Esta quinta no Clandestino – aquele pub anexo ao albergue Stone of a Beach em Copacabana – vai rolar a festa FUNK-SE, produzida por mim e pelos DJs residentes Pedro Piu e Bernardo Campos.
Nesta edição a festa conta com o inesperado set de Miami do Renato Bastos, não negando suas raízes funkeiras.




Como escrever sobre o
Sei que posso ser xingado e estapeado pelas cinepiriguetes, neo-hippies-pseudo-intelectuais ou por qualquer uma fã do Johnny Depp, mas convenhamos: ele é um péssimo ator.
Essa versão daquela musiquinha pop que toca sempre nas “Baronettis” da vida é a síntese da torcida do Fluminense. Sabe aquela? “My dream is to fly, over the rainbow, so high!”? Agora virou “Nós vamos cantar e ver o Fluminense Ganhar! / Nós vamos cantar e ver o Fluminense Ganhar! / Nós vamos cantaaaaaar pro Fluminense ga-nhar!” Não é a toa que a torcida entra no estádio cantando “Tá chegando a Playboyzada…”
pra alugar… Show! Descobri qual vai ser meu exercício em dias sem onda: Remo! Afinal, são só R$5 por hora! E a sensação é ótima, além do visual e de poder chegar nas ilhazinhas.
Por último o que me chamou a atenção não foi um adesivo em si, mas o carro todo. Uma Ferrari F430 coupé vermelha. O motorista parecia ter mais ou menos a minha idade e andava numa velocidade média de 70km/h. Tudo bem que na Reserva têm muitos radares, mas andar a menos de 120km/h num V8 de 490 cavalos é um disperdício, e com o freio daquele carro é mole baixar rapidamente pra 60 e passar tranqüilamente pelo radar (me desculpem, ser politicamente correto nunca foi meu forte).
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