Enquanto isso em Maranello…

7 10 2008

Desculpem o sumiço, mas apesar de ainda estar focado no desenvolvimento do novo projeto senti uma enorme falta de escrever, e com a bolsa de valores mais equilibrada hoje fico mais aliviado até pra criatividade surgir.

Meu irmão está atualmente passando por diversas provas e dinâmicas em busca de um estágio. E no fim de semana ele me contava sobre uma dinâmica da GM onde você teria que descrever o carro que seria. Enquanto todos se descreviam como carros econômicos, mas com boa perfomance, meu irmão se descreveu como nada econômico, potente, com um enorme capô pra caber um enorme motor (que orgulho).

Fiquei imaginando como seria o meu carro ideal e é impressionante como isso se reflete na sua personalidade.

Meu carro ideal com certeza seria de alta perfomance, mas a álcool, que além de maior octanagem, é mais ecologicamente correto, além de ter sido desenvolvido no Brasil. Com certeza seria conversível, e preto. Rodas grandes, mas discretas, e pneus esportivos.

Quando eu era garoto, apesar de meu pai adorar Ferraris, eu era apaixonado por Lamborghinis. Achava os traços fortes e másculos de uma Diablo extramente atraentes. Um carro agressivo, realmente como um touro¹.

Hoje tenho que concordar, as curvas sutis e traços mais femininos de Pinifarina² são realmente mais excitantes.

Mas pode ter certeza que eu nunca abriria mão de pilotar um touro.

Por J.R. Menezes

¹Ferruccio Lamborghini era apaixonado por touradas e tanto a Diablo como outros carros da marca levam nomes de touros famosos.

²Fabrica italiana de carroceria, reponsável por diversos modelos da Ferrari, Maseratti, Alfa Romeo, entre outras.

Sexta-feira tem Jamanta Crew na Fosfobox!








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